As férias de julho chegaram e muitas pessoas ficam ligadas na manutenção e revisão dos automóveis para garantir uma viagem com mais conforto e segurança nas estradas. Ou para curtir a metrópole vazia. Nesta época aparece também aquela vontade de trocar de carro. E o motivo pode ser bem simples, como a economia no bolso. Mas o status também conta, já que ter um veículo novo sempre dá mais prazer ao dirigir.
Em muitas vezes as manutenções dos veículos acabam custando caro. O ideal para saber se este é o momento trocar de automóvel é fazer alguns cálculos e colocar tudo na ponta do lápis. De acordo com especialistas, a conta é simples. Se um carro que vale R$ 20 mil reais fizer um serviço de R$ 2 mil, duas vezes por ano, já não vale a pena.
Alguns serviços podem não valer a pena porque têm preço elevado no mercado das oficinas mecânicas. O custo vai ser alto e o carro pode não ser mais o mesmo. A partir do instante que uma peça apresenta defeito, o veículo deve passar por uma avaliação completa, um raio-X, para constatar se não há outros inconvenientes. Isso tudo lá pelos 70 mil quilômetros rodados.
Para aqueles que não querem dor de cabeça, apostar em um novo carro pode ser a solução. Estarão menos sujeitos a riscos de segurança, transtornos com problemas mecânicos e gastos mais altos. Há maior confiabilidade enquanto se dirige e os primeiros problemas podem ser sanados sem ônus pela garantia.
As revisões iniciais são poucas, com custos bem mais baixos. “Ainda não há gastos com pneus, embreagens e amortecedores. Vale mais a pena curtir o 0 km e trocá-lo após dois anos, quando começará a pedir idas ao mecânico.”, conclui Cruz.
Além disso, todo o conjunto do carro é mais agradável no início, pelo prazer de dirigir. Com o passar do tempo surgem os desgastes que não inviabilizam o uso, mas reduzem esse prazer e também a segurança. Trocar também possibilita corrigir uma opção mal-feita, pois muitas vezes o proprietário se arrependeu ou sempre quis melhorar alguma coisa que não lhe agradou e atendeu suas necessidades.